Deputados federais de Minas Gerais
Minas Gerais tem 53 cadeiras na Câmara dos Deputados, a 2ª maior bancada estadual entre as 27 unidades da federação. Na legislatura atual (2023–2027), o partido com mais deputados de Minas Gerais é o PL, com 14. A lista abaixo mostra quem está em exercício em 06/10/2026, incluindo suplentes que assumiram a vaga.
Deputados em exercício
53
Cota parlamentar 2026 (bancada)
R$ 14,0 milhões
até 06/10/2026
Média por deputado
R$ 263,7 mil
média nacional: R$ 252,2 mil
Lista dos deputados federais de Minas Gerais
| Deputado(a) | Partido | Cota 2026 | Projetos* | Emendas 2024–2026 |
|---|---|---|---|---|
| Aécio Neves | PSDB | R$ 162.972 | 15 | R$ 112,4 milhões |
| Ana Paula Leão | PP | R$ 302.529 | 43 | R$ 109,6 milhões |
| Ana Pimentel | PT | R$ 360.745 | 72 | R$ 100,9 milhões |
| André Janones | REDE | R$ 263.974 | 20 | R$ 117,2 milhões |
| Bruno Farias | REPUBLICANOS | R$ 382.403 | 47 | R$ 114,0 milhões |
| Célia Xakriabá | PSOL | R$ 311.929 | 119 | R$ 97,6 milhões |
| Dandara | PT | R$ 163.610 | 90 | R$ 90,9 milhões |
| Delegada Ione | PL | R$ 361.393 | 71 | R$ 113,4 milhões |
| Delegado Marcelo Freitas | UNIÃO | R$ 409.496 | 73 | R$ 112,2 milhões |
| Diego Andrade | PSD | R$ 193.814 | 28 | R$ 112,4 milhões |
| Dimas Fabiano | PP | R$ 264.512 | 29 | R$ 111,0 milhões |
| Domingos Sávio | PL | R$ 287.141 | 56 | R$ 111,1 milhões |
| Dr. Frederico | PL | R$ 275.836 | 55 | R$ 113,6 milhões |
| Duda Salabert | PSOL | R$ 199.345 | 185 | R$ 102,2 milhões |
| Emidinho Madeira | PL | R$ 218.558 | 24 | R$ 110,4 milhões |
| Eros Biondini | PL | R$ 251.289 | 59 | R$ 110,8 milhões |
| Euclydes Pettersen | REPUBLICANOS | R$ 40.661 | 32 | R$ 114,2 milhões |
| Fred Costa | PRD | R$ 260.932 | 80 | R$ 107,4 milhões |
| Gilberto Abramo | REPUBLICANOS | R$ 222.679 | 73 | R$ 113,4 milhões |
| Gilmar Machado | PT | R$ 0 | 0 | — |
| Greyce Elias | PL | R$ 274.480 | 54 | R$ 113,5 milhões |
| Hercílio Coelho Diniz | MDB | R$ 193.437 | 41 | R$ 110,3 milhões |
| Igor Timo | UNIÃO | R$ 369.584 | 15 | R$ 112,8 milhões |
| Junio Amaral | PL | R$ 288.467 | 73 | R$ 110,1 milhões |
| Lafayette de Andrada | PL | R$ 356.987 | 62 | R$ 111,2 milhões |
| Leonardo Monteiro | PT | R$ 302.629 | 56 | R$ 112,3 milhões |
| Lincoln Portela | PL | R$ 313.340 | 76 | R$ 108,9 milhões |
| Luis Tibé | AVANTE | R$ 76.478 | 15 | R$ 114,6 milhões |
| Luiz Fernando Faria | UNIÃO | R$ 172.889 | 18 | R$ 110,3 milhões |
| Marcelo Álvaro Antônio | PL | R$ 277.992 | 55 | R$ 112,0 milhões |
| Mário Heringer | PDT | R$ 245.421 | 57 | R$ 108,8 milhões |
| Mauricio do Vôlei | PL | R$ 253.680 | 86 | R$ 105,2 milhões |
| Miguel Ângelo | PT | R$ 236.885 | 27 | R$ 102,5 milhões |
| Misael Varella | PSD | R$ 424.510 | 22 | R$ 113,2 milhões |
| Nely Aquino | PODE | R$ 285.870 | 62 | R$ 113,5 milhões |
| Newton Cardoso Jr | MDB | R$ 235.001 | 24 | R$ 111,6 milhões |
| Nikolas Ferreira | PL | R$ 224.354 | 76 | R$ 104,8 milhões |
| Padre João | PT | R$ 406.418 | 55 | R$ 104,6 milhões |
| Patrus Ananias | PT | R$ 304.217 | 51 | R$ 102,1 milhões |
| Paulo Abi-Ackel | PSDB | R$ 302.948 | 22 | R$ 113,7 milhões |
| Paulo Guedes | PT | R$ 222.850 | 23 | R$ 109,2 milhões |
| Pedro Aihara | PP | R$ 233.036 | 190 | R$ 107,7 milhões |
| Pinheirinho | PP | R$ 230.311 | 53 | R$ 114,5 milhões |
| Rafael Simoes | UNIÃO | R$ 339.532 | 40 | R$ 115,3 milhões |
| Reginaldo Lopes | PT | R$ 140.212 | 44 | R$ 106,0 milhões |
| Rodrigo de Castro | UNIÃO | R$ 244.511 | 20 | R$ 113,5 milhões |
| Rogério Correia | PT | R$ 298.002 | 67 | R$ 105,3 milhões |
| Rosângela Reis | PL | R$ 358.442 | 63 | R$ 114,1 milhões |
| Samuel Viana | UNIÃO | R$ 330.877 | 34 | R$ 114,8 milhões |
| Stefano Aguiar | PSD | R$ 319.328 | 37 | R$ 111,3 milhões |
| Weliton Prado | PSD | R$ 289.573 | 44 | R$ 94,2 milhões |
| Zé Silva | UNIÃO | R$ 259.724 | 45 | R$ 108,6 milhões |
| Zé Vitor | PL | R$ 228.405 | 67 | R$ 111,5 milhões |
* Projetos de lei, de lei complementar e PECs apresentados desde fevereiro de 2023 (autor ou coautor). Emendas: valor empenhado das emendas individuais.
Bancada por partido
- PL: 14
- PT: 10
- UNIÃO: 7
- PP: 4
- PSD: 4
- REPUBLICANOS: 3
- MDB: 2
- PSDB: 2
- PSOL: 2
- AVANTE: 1
- PDT: 1
- PODE: 1
- PRD: 1
- REDE: 1
Como a bancada usa a cota parlamentar
Em 2026, os deputados de Minas Gerais somaram R$ 13.974.206 em reembolsos da cota. O maior gasto é de Misael Varella (R$ 424,5 mil) e o menor, de Gilmar Machado (R$ 0,00). Os itens que mais pesam são: divulgação da atividade parlamentar (R$ 4,2 milhões), locação ou fretamento de veículos automotores (R$ 3,4 milhões), manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar (R$ 3,3 milhões).
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Cadeiras seguem a população, com piso e teto
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Entendendo a bancada de Minas Gerais na Câmara
Quantos deputados federais Minas Gerais elege, e por quê?
Minas Gerais ocupa 53 das 513 cadeiras da Câmara, a 2º maior bancada estadual do país. Com 21.460.311 habitantes estimados pelo IBGE, isso dá 404.912 moradores por deputado, perto que a média nacional de 417.567.
A distorção é proposital: a Constituição fixa um piso de 8 e um teto de 70 deputados por unidade da federação, então estados pouco povoados ficam sobrerrepresentados e os mais populosos, sub-representados. É por isso que comparar o peso de Minas Gerais na Câmara pela população leva a um número diferente do peso em cadeiras (10,3%).
Quais partidos formam a bancada de Minas Gerais?
Os 53 deputados federais de Minas Gerais em exercício se dividem em 14 partidos: PL (14), PT (10), UNIÃO (7) e PP (4), além de outros com uma ou duas cadeiras. O maior, o PL, tem 26% da bancada. Entre eles há 9 mulheres e 1 suplente em exercício.
Quanto a bancada de Minas Gerais gastou da cota em 2026?
Somados, os deputados federais de Minas Gerais pediram R$ 13.974.206 de reembolso pela CEAP em 2026, até 06/10/2026. A mediana da bancada é de R$ 264,5 mil, praticamente na mediana do grupo (mediana nacional: R$ 261,0 mil).
O maior gasto da bancada é de Misael Varella, com R$ 424,5 mil, e o menor é de Gilmar Machado, com R$ 0,00. Os itens que mais pesam na bancada de Minas Gerais são divulgação da atividade parlamentar (R$ 4,2 milhões), locação ou fretamento de veículos automotores (R$ 3,4 milhões) e manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar (R$ 3,3 milhões).
O que estes números dizem (e não dizem) sobre Minas Gerais?
As emendas individuais dos deputados federais de Minas Gerais somam R$ 5.697.050.388 empenhados e R$ 4.941.421.016 pagos nos orçamentos recentes, e a bancada aparece como autora ou coautora de 2.845 projetos desde fevereiro de 2023. Emenda empenhada não é obra entregue, e projeto apresentado não é lei aprovada.
Nada nesta página mede influência, presença em plenário ou votos dados: entre os 53 deputados federais de Minas Gerais, cota, projetos e emendas são o que os dados abertos permitem comparar de forma igual. Também não há aqui CPF, endereço residencial nem foto de ninguém — só informação do exercício do mandato na Câmara.
Glossário
Bancada
Conjunto de parlamentares de um mesmo partido ou de um mesmo estado. A bancada estadual na Câmara tem no mínimo 8 e no máximo 70 deputados, conforme a população da unidade da federação.
CEAP (cota parlamentar da Câmara)
Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar: o valor mensal que cada deputado federal pode usar para reembolsar despesas do mandato, como passagens, combustível, aluguel de escritório no estado e divulgação. O limite muda de estado para estado, porque inclui o custo de viajar até Brasília. Não é salário nem a verba que paga os assessores do gabinete.
Câmara dos Deputados — Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar
Legislatura
Período de quatro anos de funcionamento da Câmara, contado da posse dos deputados eleitos. A atual é a 57ª, de fevereiro de 2023 a janeiro de 2027; senadores atravessam duas legislaturas, porque o mandato deles dura oito anos.
Titular e suplente
Titular é quem foi eleito e tomou posse; suplente é quem assume a vaga em caso de licença, de ida para um cargo no Executivo ou de vacância. O suplente em exercício aparece aqui como parlamentar em atividade, e costuma ter cota e emendas menores por ter passado menos tempo no mandato.
Emenda parlamentar
Parte do Orçamento da União cujo destino é indicado por um parlamentar, pela bancada de um estado ou por uma comissão. As emendas individuais são impositivas: o governo é obrigado a executá-las, e metade do valor tem de ir para a saúde.
Constituição Federal, Emenda Constitucional 86/2015
Empenhado e pago
Empenhado é o valor que o governo reservou no orçamento para a emenda; pago é o que já saiu do caixa. A diferença entre os dois é normal no ano corrente e pode ser quitada nos anos seguintes, como resto a pagar.
Verba de gabinete
Dotação separada da cota, usada para pagar os salários dos assessores de cada parlamentar. Nenhum valor desta página vem dela: aqui só aparecem os reembolsos da cota.
PL, PLP e PEC
PL é projeto de lei ordinária, PLP é projeto de lei complementar e PEC é proposta de emenda à Constituição, em ordem crescente de dificuldade de aprovação. Contar projetos mede iniciativa, não resultado: a maioria nunca chega a ser votada.
Fontes: Câmara dos Deputados — Dados Abertos (dadosabertos.camara.leg.br) e Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (camara.leg.br/cotas); Portal da Transparência (CGU) — download de dados de emendas parlamentares. Dados coletados em 06/10/2026.